
Espectro com forças mendaces
de face falaz e anômima,
Es mestre entre os selvagens
Com aljavas atormentadoras
Lúgubre,teme o silêncio prélio
Mas é frenético e luxuriante
Cuja fosquinha é pura e fugente
De lonje sinto o seu intro perigoso
O seu fluxo me desabrocha desejos
Apesar de distantes sinto o seu âmago
Amanhã destruirei sua tese sobre minha vida lamuriante
Hidrofóbo às minhas águas de anefin
És psicologicamente despresível
Mas teimo em lamber a sua alma
E cheirar a sua libido!
Paula

Nenhum comentário:
Postar um comentário