
a sua dor mim toca profundo deixe eu te compreender deixe q se torne fruta..pra q eu possa morder pra q escorra o sumo... o sumo q vale o meu espírito de volta venha pela rua mais próxima se torne o meu aroma o fim da minha busca meu alimento..
deixe q te prove minha fome é intensa... que seja por goles..meu suco azedo e ácido como adentras nas minhas veias esse sabor de limão? que seja...esteja..na minha boca... sentirei todo seu sabor na minha língua cada papila se encontrará em estado sortilégio. meu estômago esta seco e vazio meu alimento...
te consumirei... com meu esófago..estômago e intestino...
meu alimento precioso, meu veneno. necessito... ñ deixe q eu morra...preciso de ti.. das proteínas,das vitaminas...pra q eu mim fortaleça.. ganhe energia... ñ deixe q eu morra de fome,meu estômago ronca... meu alimento... deixe q eu te consuma sumo... preciso de ti..deixe que eu te consuma! ....
PAULA

Um comentário:
Olha, adorei esse poema...
Como percebe, estou retribuindo sua visita no meu blog...
Mas achei fantástica sua forma de arte, a começar com as telas da Renascença...
Ótimo gosto, esse poema, em especial, tem algo pálatável nele, de paladar mesmo...
Gosto disso... Essências, em todos os sentidos...
Parabéns, escreves muito bem. Bjo.
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